E se “eu te amo” deixasse de ser uma escolha… e se tornasse uma lei?
Em um país marcado pela violência e pela incapacidade de se comunicar, o governo cria a Lei do Amor Universal: todos devem iniciar qualquer interação com as palavras “eu te amo”.
No começo, o resultado parece milagroso.
Conflitos desaparecem. Pessoas se aproximam. Corações antes fechados começam a se abrir.
Mas algo começa a mudar.
Quando todos dizem “eu te amo”…
essas palavras ainda têm valor?
Mateo percebe que, apesar de repetir a frase todos os dias, não sente absolutamente nada. Em um sistema onde o amor é obrigatório, não sentir se torna um problema.
Lina acredita.
Ela se adapta.
Mas aos poucos, começa a duvidar.
E Inês… simplesmente escolhe o silêncio.
Entre repetição e escolha, entre palavra e sentimento, três vidas se cruzam em uma sociedade onde o amor deixou de ser íntimo… e se tornou coletivo.
Esta é uma história sobre linguagem, emoção e liberdade.
Sobre o perigo de transformar sentimentos em obrigação.
E sobre o momento raro em que dizer “eu te amo”… ainda significa algo.