Cardos e rumores De onde vem este rumor que traz sabor e cheiro a pão azedo? De onde vem este rumor em surdina, quase em segredo… do gomo explodindo no ramo para ser fruto quando amadurecer? Este rumor que vem do mar, da inquietude do dia a amanhecer… este murmúrio de amantes na exaltação do prazer… este rumor que vem da alma, da seiva do tronco, da semente, dos búzios do areal, da noite calma… ………………………………………………………. Dizem-me que vou partir, penitente do deserto humano, sozinho… seja! Morra eu entre rumores… mas tirem-me os cardos do caminho!
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