Se, como se diz, a história pertence aos vencedores, o mesmo ocorre com a história intelectual. Desde a queda do comunismo, houve uma proliferação de artigos e livros equiparando o comunismo ao nazismo, difamando todos aqueles que seguiram, mesmo que apenas durante algum tempo, as cores vermelhas. Diante dessa condenação global, um apelo por maior rigor e objetividade pareceria apropriado. O caso do escritor brasileiro Jorge Amado, ativista comunista exilado na França e depois na Tchecoslováquia nos anos do pós-guerra, pode servir de modelo para ilustrar a complexidade do engajamento de um membro do Partido. Como Jorge Amado viveu as esperanças, decepções e grandes contradições desse período? O que sua jornada individual tem em comum com a de outros escritores e intelectuais do século XX? O que aprendemos com o destino desse grande escritor brasileiro? Escrito em francês, este livro se debruça sobre essas questões e procura fornecer ao leitor chaves para decifrá-las.
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