A cidade que é minha mente é cheia de portas, mas sem janelas, casas abandonadas e átrios largos e vazios. Há em cada porta um espelho que mostra de cada vez uma faceta diferente do observador e do observado, mas reverte o fluxo de emoções ao inverter a imagem, mostra uma caricatura imperfeita, mas exata do âmago da pessoa, uma imagem não de luz, mas de alma. Na cidade que é minha mente há milhões de caras conhecidas outros tantos de caras desconhecidas… mas não há nomes, somos todos um, todas as portas levam de perguntas a respostas e a respostas sem perguntas e a perguntas irrespondíveis.
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