Mar de inverno Naquela miragem já ninguém sabia se era branca a areia, se era cinza o mar, não havia barcos, a tarde fugia cega de gaivotas a rumorejar; entre as tuas mãos a chuva caía pálida de luz do dia a findar, e sob a folhagem molhada do dia não sei se querias partir ou ficar. Brilhava em teu rosto um olhar de flor, puro como acorde de uma canção, como um sopro ainda tímido de verão, e o teu abraço trazia o sabor da boca da espuma a tremer inquieta no verso mais raro de um velho poeta!
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