Diante da iminente perda completa de sua memória, o transnetuniano foragido Asta Syngra, foge de seus crimes e desgostos, e decide, pelo bem da própria filha, escrever suas memórias. "Corata, minha querida filha, antes de lhe contar sobre mim, deixe-me contar sobre o lugar onde nasci. Pois creio que, para que compreenda a grande doença da qual vou lhe falar, é necessário a autópsia de uma terra que não só se contaminou com ela, como também a cultivou, e sucumbiu. Deixe-me falar um pouco sobre o mal, e o porquê nada escapa dele."
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