Em Constitucionalismo brasileiro em pretuguês, a autora conecta duas histórias paralelas: das lutas por direitos de associações e sindicatos de trabalhadoras domésticas no Brasil para serem contempladas na Constituição Federal de 1988, e das ações afirmativas nas universidades, a partir de sua própria experiência como estudante cotista. Mobilizando ferramentas da tradição intelectual feminista negra, com linguagem didática, instigante e acessível, ao mesmo tempo que evidencia limites raciais e de gênero da democracia brasileira, apresenta contribuições de sujeitos cujos direitos perturbaram definitivamente a falsa imagem de democracia racial do nosso país.
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Constitucionalismo Brasileiro em Pretuguês: Trabalhadoras Domésticas e Lutas por Direitos
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