A Virada Estética em Relações Internacionais propõe que meios imateriais, como áudio, literatura, vídeo, audiovisual, entre outros, advindos da produção cultural, podem fornecer insights, legitimar, validar ou coconstruir a realidade social pelos discursos difundidos por produtos da indústria cultural. A proposta deste livro é compreender como produtos culturais podem contribuir para a legitimação de políticas de segurança nacional e de política externa. Para isso, usamos como estudo de caso a série Homeland e as Estratégias Nacionais de Segurança dos Estados Unidos. Mais especificamente, queremos destacar e questionar como a série de TV Homeland constrói e difunde representações de inimigos e ameaças o grande público e assim contribui para a legitimação das políticas de segurança nacional dos Estados Unidos em dois tempos distintos, apontando a variação entre eles. A conclusão é que a série funciona, simultaneamente, ora como espelho, refletindo as estratégias de segurança nacional, e ora como lente de aumento, agindo de forma mais seletiva, porém com mais intensidade, na reflexão sobre determinadas questões de segurança mais específicas.
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Cultura Popular, Estética e Segurança Nacional: A Construção de Ameaças e Inimigos na Série Homeland (2010-2018)
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