Nos primórdios do Japão o suicídio do samurai era cercado de rituais como recitar um haicai que simbolizasse a essência de sua vida. Nos dias atuais, sem precisar matar ninguém, a não ser de prazer de ler, Chris Herrmann domina essa técnica milenar com a mesma graça e suavidade das borboletas que tão bem a representam. Chris é nossa versão feminina de Leminski, nosso Millôr de saias. Merece todo o sucesso do mundo! Lourdes Maria Alvarez Rivera Psicanalista
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